A iniciativa é de um dos pastores da igreja Batista Boas Novas no P norte, Eudoxo Ramalho, juntamente com alguns membros como a Sra. Iva Rodrigues Alves Rocha, funcionária pública e a estudante Sarah da Rocha. O trabalho social começou em 2006 quando o pastor Eudoxo assumiu uma das congregações da igreja na QNR.
O pastor sabe que muitos vão apenas para tomar a sopa, mas ele tem a esperança de que as pessoas também possam alimentar o espírito. “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus. As pessoas deste bairro são necessitadas, não apenas de alimento material, mas espiritual também. Além de ajudá-las alimentando seus corpos, estamos levando a palavra de Deus para seus corações. Muitas precisam de atenção, carinho e compreensão, e elas encontram aqui conosco.”, diz o pastor.
A estudante Sarah se emociona ao falar que é gratificante ajudar a quem precisa. Ela participa desde a preparação da sopa até o culto na igreja. “É muito bom poder ajudar as pessoas e ver o quanto elas ficam agradecidas. Algumas querem apenas conversar, contar seus problemas, e encontraram neste projeto, uma forma de aliviar seu “fardo”.”, comenta.
A sra. Iva diz que muitos que foram apenas para tomar a sopa, hoje são membros assíduos da igreja e estão muito felizes e gratos pela iniciativa do projeto.
O pastor sabe que muitos vão apenas para tomar a sopa, mas ele tem a esperança de que as pessoas também possam alimentar o espírito. “Nem só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que sai da boca de Deus. As pessoas deste bairro são necessitadas, não apenas de alimento material, mas espiritual também. Além de ajudá-las alimentando seus corpos, estamos levando a palavra de Deus para seus corações. Muitas precisam de atenção, carinho e compreensão, e elas encontram aqui conosco.”, diz o pastor.
A estudante Sarah se emociona ao falar que é gratificante ajudar a quem precisa. Ela participa desde a preparação da sopa até o culto na igreja. “É muito bom poder ajudar as pessoas e ver o quanto elas ficam agradecidas. Algumas querem apenas conversar, contar seus problemas, e encontraram neste projeto, uma forma de aliviar seu “fardo”.”, comenta.
A sra. Iva diz que muitos que foram apenas para tomar a sopa, hoje são membros assíduos da igreja e estão muito felizes e gratos pela iniciativa do projeto.


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