Por Fabiana Sousa
O assunto é polêmico, e não é de hoje. Afinal, desde sempre, o ser humano acreditou ter uma força superior que regia a humanidade assim como os fenômenos da natureza. Tudo o que acontecia, principalmente, antes do desenvolvimento do saber científico, era explicado através dos mitos, dos deuses. Sempre acreditaram que havia uma força maior que controlava tudo.
A história mundial está intimamente ligada com o surgimento, o desenvolvimento, a expansão e a influencia das religiões nas sociedades. Desde o século XIX, o homem tem se dedicado a estudar essa força que domina grande parte das pessoas. As religiões, muitas vezes, diferem uma da outra, mas todas têm em comum um sistema de crenças no sobrenatural, no divino. Possuem também explicações sobre a origem do Universo, da Terra, do homem, e a resposta para o que acontece após a morte.
Estudos recentes mostraram que o cérebro humano foi estruturado para acreditar em Deus, e que a fé traz benefícios para a saúde das pessoas, já que através dela conseguimos explicações de eventos que jamais teríamos com o conhecimento comum. Então, é verdade que a crença na divindade faz bem para os que acreditam. Mas o fanatismo, assim como vemos todos os dias nos telejornais, faz mal, faz com que as pessoas fiquem cegas por ideais que jamais serão seguidos por todos. Fazem guerra, matam em nome do que acreditam ser o certo.
Não se deve ofender a Deus, nem aos seus devotos, porque nem a ciência consegue explicar à paz, os milagres, a razão da fé, que move milhares para louvar uma divindade invisível aos olhos, mas presente ao coração. Nem se deve ofender a um ateu, pois este procura o concreto, o passível de experiências científicas. Não tem a sensibilidade espiritual que outros têm, de perceber o algo a mais, o sobrenatural.
As religiões provam que existe mais de uma maneira de procurar a Deus. Cada um deve seguir o que mais lhe agrada, sem se intrometer na escolha do outro. Afinal, as opiniões são tão diversas quanto o DNA, e jamais haverá um consenso do que é certo e do que não é.
A história mundial está intimamente ligada com o surgimento, o desenvolvimento, a expansão e a influencia das religiões nas sociedades. Desde o século XIX, o homem tem se dedicado a estudar essa força que domina grande parte das pessoas. As religiões, muitas vezes, diferem uma da outra, mas todas têm em comum um sistema de crenças no sobrenatural, no divino. Possuem também explicações sobre a origem do Universo, da Terra, do homem, e a resposta para o que acontece após a morte.
Estudos recentes mostraram que o cérebro humano foi estruturado para acreditar em Deus, e que a fé traz benefícios para a saúde das pessoas, já que através dela conseguimos explicações de eventos que jamais teríamos com o conhecimento comum. Então, é verdade que a crença na divindade faz bem para os que acreditam. Mas o fanatismo, assim como vemos todos os dias nos telejornais, faz mal, faz com que as pessoas fiquem cegas por ideais que jamais serão seguidos por todos. Fazem guerra, matam em nome do que acreditam ser o certo.
Não se deve ofender a Deus, nem aos seus devotos, porque nem a ciência consegue explicar à paz, os milagres, a razão da fé, que move milhares para louvar uma divindade invisível aos olhos, mas presente ao coração. Nem se deve ofender a um ateu, pois este procura o concreto, o passível de experiências científicas. Não tem a sensibilidade espiritual que outros têm, de perceber o algo a mais, o sobrenatural.
As religiões provam que existe mais de uma maneira de procurar a Deus. Cada um deve seguir o que mais lhe agrada, sem se intrometer na escolha do outro. Afinal, as opiniões são tão diversas quanto o DNA, e jamais haverá um consenso do que é certo e do que não é.


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