A inclusão digital no Brasil é ainda uma realidade distante de muitos. Dados divulgados pelo IBGE em 2007, mostraram que 32,1 milhões de brasileiros, cerca de 21,9% da população acima dos 10 anos de idades, utilizavam a internet no país. Assim, ocupava o 62º lugar mundial no uso da rede mundial de computadores.
Em uma nova pesquisa realizada também pelo IBGE em 2008, os números mostraram algum avanço. Dessa vez, pelos menos três em cada dez residências brasileiras tinham computador, totalizando 18 milhões de domicílios. Além disso, dois em cada dez tinham conexão com a internet, totalizando quase 14 milhões de máquinas ligadas à rede.
Alguns dos motivos apontados nesses levantamentos, para o distanciamento de tantos brasileiros das tecnologias digitais, estão no baixo poder aquisitivo da grande maioria da população. Além da falta de infra-estrutura básica necessária para possibilitar o acesso à internet.
Em uma nova pesquisa realizada também pelo IBGE em 2008, os números mostraram algum avanço. Dessa vez, pelos menos três em cada dez residências brasileiras tinham computador, totalizando 18 milhões de domicílios. Além disso, dois em cada dez tinham conexão com a internet, totalizando quase 14 milhões de máquinas ligadas à rede.
Alguns dos motivos apontados nesses levantamentos, para o distanciamento de tantos brasileiros das tecnologias digitais, estão no baixo poder aquisitivo da grande maioria da população. Além da falta de infra-estrutura básica necessária para possibilitar o acesso à internet.
Jovens viciados
O centro-oeste é uma das regiões com maior índice de acesso a rede mundial de computadores do Brasil. Nessa parte do país não é difícil encontrar pessoas como a estudante do ensino médio Flávia dos Santos Sousa, 16 anos. “O computador é muito importante na minha vida, essencial, fundamental, sem ele eu não conseguiria fazer nada. Através do meu PC, eu posso me relacionar com pessoas distantes, inclusive de outros países; me divertir, além de facilitar pesquisas escolares e ampliar meu conhecimento sobre tudo. Na internet, você consegue saber de tudo que se pode imaginar”. Argumenta a aluna, que se considera viciada em computador e internet.
Por Fabiana dos Santos Sousa


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