“Com grandes poderes vêm grandes responsabilidades”, já dizia Tio Bem, personagem do filme Homem Aranha. E com o avanço da tecnologia também, afinal, o advento do computador, a informatização dos dados e o acesso cada vez maior da população mundial à internet, fez surgir também o crescente interesse em se obter a informação do outro.
Num mundo onde a privacidade está escassa, a segurança da informação é de extrema importância para manter em sigilo os dados das pessoas. E é nesse cenário, que surgem o Hacker e o Cracker.
O Hacker, ao contrário do que se pensa, é aquele que tenta acessar a informação alheia por diversão, para provar a si mesmo que consegue burlar a segurança de um sistema. Já o Cracker, esse sim, é o criminoso virtual. Aquele que invade e infecta computadores com vírus espiões, rouba senhas, desvia dinheiro, enfim, causa prejuízos.
Para combater esses malandros virtuais, as empresas e órgão públicos estão investindo pesado em segurança da informação. Com equipes bem treinadas e prontas para proteger os dados que não devem ser expostos. É o caso de Timótheo Borges, 26 anos, que trabalha como supervisor de segurança de redes desde 2006, e atualmente está na Controladoria-Geral da União.
“Aqui na CGU utilizamos diversas ferramentas para manter os dados em segredo. Entre eles o firewall (permite ou bloqueia a circulação de dados), Sistema de Proteção de dados ou IPS (ferramenta que bloqueia conteúdos suspeitos), IDS ( gera alerta de invasão), Filtro de conteúdo (bloqueio de conteúdos web) e Antivírus. Mas ainda, depois de todas essas etapas, ainda é possível identificar tentativas de invasão. Então, de um a forma ou de outra, a informação nunca estará 100% segura.” Afirma, Timótheo.
A imagem apresenta o filtro dos dados veículados ontem na CGU
Nessa imagem, é apresentado a quantidade de ataques bloqueados nas últimas 24 horas
CGU lança portais para controlar gastos públicos com a Copa 2014 e as Olímpiadas 2016
Posted by Fabiana SousaNa dia 4 de Maio, o Ministro-chefe da Controladoria-Geral da União, Jorge Hage, lançou os portais da Copa 2014 e dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016, durante reunião do Conselho Nacional de Transparência Pública e Combate à Corrupção, na sede da CGU em Brasília. Os dois minisites estão hospedados no Portal da Transparência, e serão administrados pela própria CGU, para que a população possa acompanhar os gastos públicos na realização desses dois eventos esportivos no país.
Os portais trazem informações detalhadas e periodicamente atualizadas sobre os investimentos feitos na realização das competições. A princípio, trazem informações sobre o Dossiê de Candidatura (Jogos Rio 2016) e da Matriz de Responsabilidades (Copa de 2014). Além das possíveis obras a serem realizadas no Rio para receber os eventos, como mobilidade urbana, reforma e construção de estádios, transporte e segurança. Os dados serão atualizados à medida que forem realizadas as licitações, os contratos e os recursos públicos forem liberados.
Nos dois portais há espaços reservados para que o cidadão também possa fazer denúncias sobre as obras.
Dois dias após o lançamento dos portais, a CGU identificou que os dois minisites já tinham 25.886 páginas visitadas. O da Copa de 2014 contava com um número de 20.708, sendo que a mais acessada foi a que se refere aos investimentos em São Paulo (1.151). Já no caso do portal dos Jogos Rio 2016, a página mais visitada foi a das instalações esportivas, com 354 acessos.
(Nota enviada para o G1.globo.com)
Evento em faculdade causa transtorno para os estudantes
Posted by Fabiana Sousa Marcadores: Fabiana SousaA 2ª edição da Semana de Comunicação, realizada na Faculdade Anhanguera de Brasília, entre os dias 17 e 21 de Maio, deveria contar com a participação de todos os estudantes dos cursos de comunicação social, mas por falta de divulgação e planejamento, muitos alunos ficaram de fora.
L2 Sul - Carros sobre a grama
Setor de Autarquias Sul - Falta espaço para estacionar
Setor de Autarquias Sul - Filas duplas e triplas
Setor de Autarquias Sul - Desordem por falta de vagas suficientes para todosBrasília, capital do Brasil, cidade de altos salários, e não por menos, a terra dos concursos públicos. Não é à toa que o número de jovens que se candidatam a uma vaga do sonhado serviço público, cresce a cada ano. E para atingir esse objetivo, abrem mão de diversão, vida social, viagens, entre outras coisas. Para falar sobre o assunto o estudante Júnio Guimarães da Silva, de 23 anos, aprovado em três concursos, vai nos falar um pouco sobre a vida de concurseiro.
Repórter - De quantos concursos você já participou?
Júnio - Já fiz bastantes concursos em busca de experiência, mas com a intenção de passar e me "classificar", foram cinco.
Repórter - Como você organiza sua vida para estudar, não abrindo mão da vida social?
Júnio - Ter disciplina é o fator crucial para se classificar num concurso. Porém, longas horas de estudo não garantem a qualidade do aprendizado. Ter momentos de diversão, vida social e, principalmente, descanso podem fazer a diferença na hora da prova.
Repórter - Qual o maior desafio para os concurseiros que sempre estudaram em escola pública e não têm condições financeiras de fazer um cursinho preparatório?
Júnio - Normalmente, uma pessoa que sempre estudou em escola pública e não tem condições de pagar um cursinho, não tem as mesmas oportunidades de outra que estudou em escola particular, e tem pais que pagam seus estudos. Essa pessoa sofre bem menos pressão do que aquela, que tem que trabalhar para pagar a faculdade e ajudar em casa, e ainda, tem que se dedicar em estudar para um concurso.
Repórter - O quê mais atrai os jovens em passar num concurso público?
Júnio - A estabilidade financeira e profissional, mais financeira do que profissional.
Repórter - Você acha que há grandes possibilidades de se passar na sorte?
Júnio - Chance tem. Mas quem estuda tem mais possibilidade de passar do que quem apenas ‘chuta’ a prova inteira.
Repórter - Você já passou em algum? Qual?
Júnio - Todos o que fiz, eu passei com notas boas, o problema é a classificação devido à grande concorrência. Atualmente, estou esperando a resposta de três: do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM) , de Agente Escolar da Secretaria de Educação de São Paulo , e de Auxiliar de Autópsia de Goiás.
Repórter - Já que você fez concursos em outros estados, existe alguma diferença no nível de dificuldade das provas? De qual estado foi o mais atraente?
Júnio - O nível de avaliação das provas do Distrito Federal e do Goiás é o mesmo. Já o de São Paulo, considerei mais razoável. Em São Paulo, as provas são mais simples e diretas.
Os concursos mais atraentes, sem dúvida nenhuma, são os de Brasília. Devido os salários serem bem maiores do que os de outros estados.
Repórter - Desde quando você começou a estudar para concursos?
Júnio - Comecei a estudar para concursos públicos em 2008. Sempre fui atraído pelos altos salários do servidor.
Repórter - Atualmente, qual a maior meta da sua vida?
Júnio - Na parte profissional e financeira, a minha grande meta é ser chamado para um concurso no Distrito Federal ou de nível federal. Mas acima de tudo, meu objetivo é ser aprovado em uma autarquia.
Repórter - O que você tem a dizer sobre aqueles que abrem mão de tudo, somente para alcançar esse objetivo?
Júnio - Não vale a pena abrir mão de tudo para ser aprovado. Porque a vida não é apenas constituída da área profissional. Acho importantíssimo a pessoa se dedicar aos estudos para alcançar esse objetivo: ser aprovado em um concurso. Para tanto, a pessoa precisa do apoio da família, dos amigos, estrutura financeira para os estudos e lazer. (risos)
O estudo tem que fazer parte da vida do indivíduo e não o contrário.
Os hackers, geralmente, são confundidos com os crakers, pois ambos trabalham com programas de informática. Os crakers são invasores de computadores, programadores maliciosos e ciberpiratas que agem com o intuito de violar ilegalmente ou imoralmente sistemas de informática. Eles são peritos em informática, assim como os hackers, porém eles fazem mau uso de seus conhecimentos para danificar componentes eletrônicos, tanto para roubar dados, quer seja pessoais ou não.O craker é uma espécie de hacker criminoso ou malicioso, comparável a um terrorista. É especializado em invasões maliciosas e silenciosas. É um hacker sem ética que quebra sistemas de segurança na intenção de obter proveito pessoal.
A segurança da informação está relacionada com proteção de um conjunto de dados no sentido de preservar o valor que possuem para um indivíduo ou uma organização. Se refere à proteção existente sobre as informações de uma determinada empresa ou pessoa, ou seja, protege-se tanto as informações corporativas quanto as pessoais. As empresas contratam os hackers, exatamente, para poderem realizar a segurança da informação desta empresa.
O cenário de arte contemporânea retrata um pouco da natureza humana, brinca com os sentidos visuais, auditivos e táteis dos visitantes, mistura o sonho com a realidade, faz o espectador interagir, e assim viajar com os significados subjetivos de cada obra.
A ‘Cabeça-espelhada’ foi o que mais me chamou atenção. Por fora são duas cabeças quadradas amarelas, uma sobre a outra. Mas, por trás há uma abertura na de baixo, que nos leva a um cubo espelhado com luzes colorias que se alternam de tempos em tempos. Nesse cubo, é possível se ver de diversos ângulos, alguns até desconhecidos. Faz-nos ver, não só a aparência, mas também o nosso interior.
Assim, de modo geral, pode-se deduzir da exposição, o interesse em um mundo fantástico, lúdico, críticas sociais e políticas, e ainda o declínio do ser humano. É uma exposição incrível, instigante, em alguns momentos traz até certa agonia ou vertigem, como foi batizada pelos artistas. A exposição ficará no CCBB até dia 16 de Maio, no pavilhão de vidro, entrada franca. Então, para quem gosta de arte, vale muito à pena conferir.


